29 de março de 2017

Como fiz uma linda fonte de água reutilizando materiais.

 

Acabo de concluir um projeto que há muito planejava. Minha casinha ganhou um toque a mais, com uma bonita fonte de água que eu mesma fiz, reutilizando alguns materiais. E estou encantada com o poder que ela possui.

As fontes de água são muito mais do que meros objetos decorativos, o seu significado segundo o Feng Shui é poderoso e atrai energia de bem estar, abundância e saúde para o ambiente.
A água é uma fonte de energia natural, tê-la circulando em casa atrai energias positivas, renova as energias pelo seu fluxo constante, faz com que a energia da casa circule com maior facilidade e leveza, trazendo a harmonização.
O barulho contagiante da água corrente proporciona tranquilidade, harmonia e horas relaxantes para quem está por perto. Além disso, em dias quentes, refresca e umidifica o ar, por isso ter uma fonte de água é sempre uma boa ideia.

Foi em busca de tanto bem estar que eu tratei de selecionar entre os objetos que eu possuía por aqui, alguns que pudessem servir de base para a este projeto.
 

Separei um recipiente de vidro que ganhei recentemente e também um belo tronco de árvore que estava compondo o paisagismo no meu pequeno jardim.
Como o recipiente estava trincado, utilizei o Adesivo de Silicone Tekbond , ideal para aplicação em vidros .
Já o tronco, depois de limpo com uma escova, ganhou brilho e impermeabilização com o Verniz Spray Super Color também da Tekbond.



Chegou então a hora de montar e decorar.
Comecei posicionando no fundo do recipiente de vidro,  a mini moto bomba submersa que comprei em uma loja para aquarismo  (por um preço bem razoável).
Para mante-la na posição ideal, coloquei algumas pedras de tamanhos variados, que além da bomba, também ocultaram o fio e a mangueira que leva a água até a parte superior da fonte.

Depois foi só colocar um pouco de água e ligar a bomba para contemplar e ouvir este barulhinho bom, desfrutando de todas as boas energias que uma fonte de água pode nos proporcionar.


E aí curtiu? Eu estou amando...

25 de março de 2017

Hora do Planeta completa 10 anos e ressalta a importância de ações individuais e coletivas em prol do planeta.


Neste sábado, 25 de março acontece a mobilização pela "Hora do Planeta", um blecaute voluntário e simbólico promovido mundialmente pela organização ambiental WWF. Neste ano a ação está incentivando entidades, empresas e pessoas desliguem as luzes entre as 20h30 e 21h30 do horário local. Criada em 2007 em Sydney, na Austrália, ela já se tornou o maior movimento pelo meio ambiente do mundo, com mais de sete mil cidades participantes no ano passado. 

Mais do que um simples apagar de luzes, a Hora do Planeta é um convite para que as pessoas parem por cerca de uma hora e reflitam sobre as nossas ações em relação ao meio ambiente. Um momento para todos nós possamos refletir sobre o que temos feito e o que cada um pode fazer para diminuir o problema.

A preocupação para evitar o desperdício, o uso consciente de veículos individuais de transporte e a opção de comprar produtos locais e que não agridam o meio ambiente são alguns dos hábitos que importantes para a redução de danos ao meio ambiente. A resolução destas questões está muito relacionada à criação e ao cumprimento de políticas públicas. Porém, se cada um repensar seus hábitos de consumo, teremos uma grande melhoria na saúde do planeta.

No Brasil, em 2016, 156 municípios aderiram oficialmente à campanha, desligando por uma hora a iluminação de 505 ícones, entre monumentos, espaços públicos e prédios históricos. Para este ano, a expectativa é ainda maior, com o incentivo para que pessoas e empresas organizem suas próprias atividades neste sábado.

A Hora do Planeta acontece no mundo todo no dia 25 de março, entre 20h30 e 21h30 do horário local, e há diversas formas de fazer parte. 

Para as cidades, a participação acontece por meio de um Termo de Adesão, que deve ser assinado por alguma autoridade local indicando quais monumentos e prédios públicos ficarão apagados durante os 60 minutos. 

Escolas, instituições privadas e organizações também podem se engajar apagando as luzes e promovendo atividades e eventos. Em 2016, foi contabilizada a participação de 165 empresas, além de 39 escolas e organizações não governamentais. 

A novidade para este ano é que o WWF-Brasil está buscando incentivar ainda mais a participação da sociedade. Para isto, disponibilizou no site da Hora do Planeta (horadoplaneta.org.br) um formulário para a inscrição de atividades e um material com dicas do que cada um pode fazer para participar mais intensamente da campanha.

Fica aqui meu convite para engajarmos juntos nesta campanha!

24 de março de 2017

Celebrando o Dia Mundial da Água com uma entrevista na Rádio Inconfidência.


Celebramos na última quinta feira, 22 de março, o "Dia Mundial da Água".
Apesar de 70% do Planeta ser constituído de água, apenas 2% estão disponíveis na superfície para ser utilizada pelo homem.  E, ainda assim, os números referentes ao desperdício e má conservação dos recursos hídricos, são altos e alarmantes.  É preciso, não se esquecer que a água é fundamental para a vida e essencial para o desenvolvimento mais inclusivo e sustentável e, portanto, buscarmos reverter o quadro atual.

Segundo a ONU, o ser humano necessita de apenas 50 litros de água por dia para utilizar em suas necessidades diárias como o banho, higiene pessoal e consumo, mas os números atuais estão muito distante desse ideal.  Atualmente, mais de 700 milhões de pessoas, no mundo, ainda não têm acesso a uma água limpa e segura, para terem uma vida saudável.
O Relatório Mundial das Nações Unidas sobre Desenvolvimento dos Recursos Hídricos de 2016 (WWDR 2016) estima que por volta de 2 bilhões de pessoas necessitem de acesso a um melhor saneamento.
É por isso que a água está no centro da nova Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e deve ser tema de debate diário e pauta de nossas discussões acerca da manutenção do modo de vida mais sustentável.

Este foi o tema de um bate papo super legal que mantive com o jornalista Emerson Rodrigues, em entrevista ao vivo, concedia ontem, durante o programa Diário do Rádio, que vai ao ar pela Emissora Inconfidência AM 880. (22050 Hz).

Foi um grande prazer estar novamente com este profissional, que mantem uma atenção muito especial para as temáticas sobre sustentabilidade, abrindo espaço na mídia para debates tão oportunos.

Ouçam abaixo, a entrevista na íntegra.




Agradecendo pelas oportunidades que me são oferecidas para continuar minha caminhada e divulgar os conceitos e práticas da sustentabilidade, este post participa da blogagem coletiva #52 semanas de gratidão.

19 de março de 2017

EDUCAÇÃO AMBIENTAL COM AS BENÇÃOS DE SAINT PATRICK.


17 de março é data dedicada a São Patrício. E nesta sexta, os alunos do Curso de Inglês do Cebrac BH, onde ministro oficinas no projeto Ecocebrac, participaram de uma atividade muito especial. 


Nos períodos da manhã e tarde, muitos alunos se reuniram para conhecer um pouco mais sobre o "Saint Patrick`s Day", uma celebração típica dos países de língua inglesa.
Foi uma oportunidade para praticar a supraciclagem, enquanto conheciam mais sobre a cultura da língua à qual estão dedicando seus estudos.


Durante a atividade, reaproveitamos vários materiais recicláveis (rolos de papel, embalagens cartonadas, papeis de revista, entre outros) para confeccionar lindos álbuns contendo páginas e tags com um resumo em inglês da história de Saint Patrick.

Os alunos demonstraram grande criatividade e o  resultado ficou incrível.



Ontem, sábado, foi dia de festa na escola. Momento de expor os álbuns e realizar uma feira de produtos comestíveis produzidos pelos próprios alunos, com destinação da verba arrecada para o projeto de empreendedorismo social Ecocebrac. 

Uma atitude que. certamente. ganharia a bençãos de Saint Patrick.



Quem foi Patrício? 
Pouco se sabe da vida de Patrício, apesar de ser notório seu nascimento na Inglaterra Romana no século V, em uma rica família romano-bretã. Seu pai e avô foram diáconos na Igreja. Aos dezesseis anos, ele foi sequestrado por piratas irlandeses e levado para a Irlanda como um escravo. Acredita-se que ele ficou em cativeiro em algum lugar na costa oeste da Irlanda, possivelmente no Condado de Mayo, mas o local exato é desconhecido. De acordo com sua confissão, Deus disse-lhe, em sonhos, para fugir de seu cativeiro para o litoral, onde ele iria embarcar em um navio e retornar a Bretanha. Ao voltar a Bretanha entrou para o mosteiro de Ésir, em Auxerre na Gália (atual França), sob orientação do santo bispo Germano.

Em 432, alegou ter recebido um chamado para regressar a Irlanda, porém como bispo, para a evangelização dos irlandeses. Depois de quase trinta anos de evangelização, ele faleceu no dia 17 de março de 461, e, de acordo com a tradição, foi enterrado em Downpatrick. Patrício perdurou como o santo principal do cristianismo irlandês e é bastante estimado pela Igreja Católica irlandesa e de todo o mundo.

Porque o trevo se tornou um símbolo de São Patrício ?
Dizem que São Patrício usou o trevo para explicar a Santíssima Trindade aos pagãos celtas, com isso, o uso de trevos de três folhas e similares estão intimamente ligados aos festejos. Na rebelião irlandesa de 1798, na esperança de propagar seus ideais políticos, soldados irlandeses vestiram uniformes verdes no dia 17 de março na esperança de chamar a atenção pública à rebelião. A expressão irlandesa "the wearing of the green" (Vestindo o verde), significa usar um trevo ou então outra peça de roupa que seja verde em referência aos soldados rebeldes.
Com o passar dos anos a cor verde e sua ligação com o dia de São Patrício aumentou. 


Agradecendo pelas bençãos de São Patrício e por todo empenho dos alunos nesta linda atividade, este post participa da blogagem coletiva #52 semanas de gratidão.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...